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Vai sair da CLT e virar PJ?

Descubra quanto você precisaria faturar como PJ para manter um padrão parecido com o que recebe hoje como CLT — considerando impostos, pró-labore e os benefícios que ficam para trás.

O que muda quando você sai da CLT

Comparar apenas o salário líquido da CLT com o faturamento bruto de PJ é o erro mais comum de quem pensa em migrar. A conta correta envolve outras variáveis:

Regime tributário

A maioria dos prestadores de serviço se enquadra no Simples Nacional, com alíquota que varia conforme faturamento e Fator R.

Pró-labore

A remuneração do sócio sofre desconto de INSS (11%) e Imposto de Renda pela tabela progressiva, igual a um salário.

Distribuição de lucros

O que sobra do faturamento após despesas e pró-labore pode ser distribuído ao sócio, geralmente isento de IR.

Emissão de notas fiscais

Toda prestação de serviço como PJ exige nota fiscal e cumprimento das obrigações da empresa.

13º, férias e FGTS

Benefícios automáticos da CLT que, como PJ, você precisa se organizar para reproduzir por conta própria.

Obrigações da empresa

Guias mensais (DAS), declarações anuais e uma contabilidade regular passam a ser responsabilidade sua.

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Quanto você precisaria faturar como PJ?

Informe seu salário bruto atual na CLT e veja uma estimativa comparativa.

Esta simulação é ilustrativa, com base nas tabelas de INSS, IRRF e Simples Nacional (Anexo III/V) vigentes em 2026. Ela não substitui uma análise individual — sua situação real (dependentes, despesas, atividade e Fator R) pode mudar o resultado.


30%

A partir de 28% de pró-labore sobre o faturamento, a empresa costuma se enquadrar no Anexo III (Fator R), com alíquota menor.

Salário líquido CLT hoje
Valor médio mensal da CLT (com 13º, férias e FGTS)
Faturamento PJ estimado para um retorno parecido
Regime estimado (Simples Nacional)
DAS mensal estimado
Pró-labore sugerido
INSS sobre o pró-labore (11%)
IRRF sobre o pró-labore
Distribuição de lucros estimada
Líquido total estimado como PJ

Estimativa educativa — não considera despesas da atividade, honorários contábeis, dependentes ou particularidades do seu CNAE. Fale com a Secullum para uma análise personalizada.

Dúvidas frequentes

CLT ou PJ: perguntas frequentes

Depende do quanto você fatura, da estabilidade que a nova atividade oferece e de quanto você valoriza benefícios automáticos como 13º, férias e FGTS. Para muitos profissionais autônomos ou de tecnologia, o PJ pode significar mais liquidez mensal — mas exige organização financeira própria.

A maioria das atividades permite a prestação de serviço via pessoa jurídica, mas alguns vínculos exigem atenção para não caracterizar pejotização irregular (subordinação, horário fixo e exclusividade, por exemplo). Vale avaliar o contrato com orientação profissional.

Sim, toda prestação de serviço como PJ deve ser acompanhada de nota fiscal, que é a base para o cálculo dos impostos devidos pela empresa.

Atrasos geram multa e juros, e o não pagamento recorrente pode levar à exclusão do Simples Nacional e a cobranças mais altas. Por isso a organização mensal da contabilidade é essencial — é justamente aí que a Secullum ajuda.

Antes de sair da CLT, fale com quem entende

A Secullum ajuda você a estruturar o CNPJ, o regime tributário e o pró-labore com segurança.

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